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Polícia | LIBERAÇÃO DE CORPOS | 12/06/2019 | 15:24 | Por: Portal Flagrante

IML libera corpos dos dois últimos detentos mortos em presídios estaduais, em maio

 
Com essas liberações, o IML concluiu integralmente a liberação para as famílias. Esses dois últimos casos levaram mais tempo em virtude de familiares não possuírem documentos que pudessem auxiliar na identificação 
 
Nesta segunda-feira (11/06), o Instituto Médico Legal (IML) liberou os dois últimos corpos de detentos do sistema prisional, mortos entre os dias 26 e 27 de maio em unidades prisionais da capital. O corpo de Paulo da Silva Oliveira, morto no Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), foi liberado ainda pela manhã. À tarde ocorreu a liberação do corpo de John Wagner Souza da Silva, morto na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP).
 
Com essas liberações, o IML concluiu integralmente a liberação para as famílias. Esses dois últimos casos levaram mais tempo em virtude de familiares não possuírem documentos que pudessem auxiliar na identificação.
 
A diretora do IML, Sanmya Leite, explicou que foram feitos exames necropapiloscópicos e o tempo para a identificação dos corpos foi necessário para a confirmação de informações técnicas por parte da perícia.
 
“Gostaríamos mais uma vez de destacar o trabalho dos servidores do Instituto Médico Legal, incluindo peritos legistas, peritos odontolegistas, peritos criminais, auxiliares técnicos e administrativos, além dos voluntários que trabalharam diversas horas corridas, estendendo-se até a madrugada para dar resposta à sociedade no menor tempo possível”, afirmou Sanmya Leite.
 
Organização – Para agilizar a liberação dos corpos na semana das mortes ocorridas nos presídios, o IML fez um trabalho de organização que permitiu tornar mais célere o processo. Foram realizadas coletas das informações post-mortem, coletas de impressões digitais, de sangue, de fotografia e odontograma, além da busca dos prontuários civis das supostas vítimas e as classificações das informações papiloscópicas (digitais).
 
Também foi feita a digitalização das coletas e dos prontuários para que fosse realizado o trabalho técnico-científico de confrontação, finalizando a perícia necropapiloscópica.
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