Manaus:

ARTHUR NETO – Polo Industrial de Manaus está ‘caduco’ e novas tecnologias precisam ser implementadas se não a Zona Franca vai acabar

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Foto: Robervaldo Rocha

 

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, se pronunciou na tarde desta sexta-feira, 6, sobre a proposta do governo federal de criação de uma zona franca na região de Marajó, no estado do Pará.

Arthur chamou a atenção para os riscos da Zona Franca, não somente pelas declarações do presidente Jair Bolsonaro em criar uma nova Zona Franca na ilha de Marajó, no Pará, mas principalmente na necessidade de renovação do polo industrial e no desenvolvimento de nova tecnologias.

Em mais de 40 anos de vida pública, Arthur é conhecido nacionalmente como um dos principais defensores do modelo Zona Franca de Manaus e vê com preocupação a possibilidade de criação de um novo modelo nos moldes do implantado em Manaus há mais de 50 anos, além da medida já anunciada pelo governo federal em relação ao polo de concentrados instalado no Amazonas.

Arthur Neto deu como exemplo o polo de TVs e outros aparelhos que estão para desaparecer do mapa e se tornarem coisas do passado.

Para ele, o desenvolvimento de tecnologias para a fabricação de drones e investimentos pesados no polo da biotecnologia, seriam alternativas que ele acredita serem as saídas urgentes para a manutenção da Zona Franca de Manaus.

“Esse polo que está ai, está caduco, ultrapassado e sem condições de competitividade. Temos que renovar e repensar se quisermos manter os incentivos e o desenvolvimento da região com a Zona Franca”, exemplificou o prefeito de Manaus.

Robson Carvalho

Robson Carvalho

Assine a nossa newsletter

Clique no botão editar para alterar este texto.