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OUVINDO OS ÍNDIOS – Plínio ataca ONGs e defende a exploração da riqueza na Amazônia

 

 

BRASÍLIA- Em um post publicado em suas redes sociais, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) voltou a criticar a atuação das ONGs estrangeiras e os chamados “defensores românticos” da Amazonia e voltou a defender a exploração mineral e de riquezas em terras indígenas.

Plínio defendeu a ampla discussão do projeto de lei (PL 191/2020) que regulamenta a mineração e a geração de energia elétrica em terras indígenas, enviado pelo Executivo ao Congresso Nacional e lembrou que o projeto regulamenta dispositivos já existentes e garantidos pela Constituição.

O senador se diz a favor da abertura da exploração mineral, das riqueza da Amazônia, mas desde que a atividade seja devidamente regulamentada e ouvindo o principal agente envolvido: O índio.

E é isso o que já está ocorrendo em alguns projetos importante, como por exemplo, a exploração da Silvinita em Nova Olinda do Norte e da exploração do Potássio no município de Autazes.

“Sempre defendí que o indígena tem direito de participar da exploração da riqueza e isto está escrito na Constituição só que precisa de regulamentação. A comunidade indígena tem que ser ouvida e passa pelo Congreso Nacional. É a única forma do índio poder se libertar da tutela do branco, desse pessoal de ONG estrangeira, e poder produzir e se afastar dessa coisa tola que os ambientalistas românticos defendem. Acho que eles podem e devem fazer isso para gerar riqueza para eles”, afirma.

É através de atividades da exploração da riqueza que está de baixo de seus pés é que o índio vai poder viver no conforto, e levar saúde, educação, lazer, dinheiro para comprar remédio, e de se manter.

“O caboclo na Amazônia, com essa riqueza toda que se discute, não tem renda para comprar o açúcar, não tem renda para comprar o café, não tem renda para comprar o óleo. É muito fácil não só para alguns brasileiros, mas para os estrangeiros, pessoas físicas ou jurídicas, instaladas em suas ricas cidades de primeiro mundo, exigirem que se deixem intocadas as terras indígenas. É muito fácil cobrar vegetação original, preservação ambiental, minérios enterrados, enquanto os moradores dessas terras mal têm o que comer”, questiona o senador.

“A Amazônia, com toda a sua riqueza, não é uma benesse de Noruega, de Alemanha, de França, de cantores e artistas estrangeiros e de quem quer que seja. Temos que preservar sim, claro que temos que preservar. Mas é hipocrisia não admitir que a Amazônia que está sendo devastada é a Amazônia das atividades ilegais, que a gente tem que legalizar”, ressaltou Plínio Valério.

Para o parlamentar, se a atual política das ONGs estrangeiros e dos ambientalistas românticos estivesse certa, “ Manaus não teria 40 mil índios vivendo em condições subumanas em sua periferia”. Segundo ele, pesquisas mostram que a Amazônia tem um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDHs).

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