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ARTHUR VIRGÍLIO comemora autonomia do Banco Central, proposta por ele quando foi senador

Mais de dez anos após ter deixado o Congresso Nacional, o ex-senador e diplomata Arthur Virgílio Neto comemorou a aprovação da autonomia do Banco Central, proposta de sua autoria quando esteve no Senado e que foi reapresentada pelo senador amazonense Plínio Valério (PSDB).

“Finalmente, com muito atraso, o Congresso aprova a autonomia do Banco Central. Os presidentes FHC e Lula, por 16 anos seguidos, garantiram essa autonomia na prática. Mas, não a transformaram em lei”, lembrou Virgílio.

Para Arthur, a medida irá impactar de maneira positiva na economia e, consequentemente, deve aumentar a pressão da sociedade por mais reformas. “Arrisco dizer que a autonomia em lei do Banco Central, até a novidade virar paisagem, acrescentará crescimento positivo de 0,5% por ano ao PIB”, avaliou.

Ainda segundo Arthur, o Brasil estava “na idade da pedra”, sujeito a pensamentos demagógicos, como ignorar a realidade do mercado ao tratar de juros. “Como presidente, Dilma Roussef e o ministro Guido Mantega pensavam diferente, o Banco Central voltou a ser mero departamento do Ministério da Fazenda. Grande retrocesso”, pontuou Arthur Virgílio.

O ex-senador, que também atuou como ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República no governo FHC, acredita que com a autonomia do Banco Central em lei, a economia se planejará sem sobressaltos. “É um grande passo na direção da maioridade econômica do país. Que venham as reformas agora”, finalizou.

Foto – Divulgação Arquivo

ECONOMIA

Arthur Virgílio comemora autonomia do Banco Central, proposta por ele quando foi senador

Mais de dez anos após ter deixado o Congresso Nacional, o ex-senador e diplomata Arthur Virgílio Neto comemorou a aprovação da autonomia do Banco Central, proposta de sua autoria quando esteve no Senado e que foi reapresentada pelo senador amazonense Plínio Valério (PSDB).

“Finalmente, com muito atraso, o Congresso aprova a autonomia do Banco Central. Os presidentes FHC e Lula, por 16 anos seguidos, garantiram essa autonomia na prática. Mas, não a transformaram em lei”, lembrou Virgílio.

Para Arthur, a medida irá impactar de maneira positiva na economia e, consequentemente, deve aumentar a pressão da sociedade por mais reformas. “Arrisco dizer que a autonomia em lei do Banco Central, até a novidade virar paisagem, acrescentará crescimento positivo de 0,5% por ano ao PIB”, avaliou.

Ainda segundo Arthur, o Brasil estava “na idade da pedra”, sujeito a pensamentos demagógicos, como ignorar a realidade do mercado ao tratar de juros. “Como presidente, Dilma Roussef e o ministro Guido Mantega pensavam diferente, o Banco Central voltou a ser mero departamento do Ministério da Fazenda. Grande retrocesso”, pontuou Arthur Virgílio.

O ex-senador, que também atuou como ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República no governo FHC, acredita que com a autonomia do Banco Central em lei, a economia se planejará sem sobressaltos. “É um grande passo na direção da maioridade econômica do país. Que venham as reformas agora”, finalizou.

Foto – Divulgação Arquivo

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