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Com o andamento da pandemia cresce a procura por internação involuntária em Manaus

O Brasil hoje ocupa o segundo lugar no índice de números de usuários de drogas no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.

De acordo com O Relatório Mundial sobre Drogas, divulgado no ano de 2020, pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) mostra que cerca de 269 milhões de pessoas usaram drogas no mundo em 2018 – aumento de 30% em comparação com 2009. Além disso, mais de 35 milhões de pessoas sofrem de transtornos associados ao uso de drogas.

O relatório também analisa o impacto da COVID-19 nos mercados de drogas e, embora seus efeitos ainda não sejam totalmente conhecidos, o fechamento de fronteiras e outras restrições relacionadas à pandemia já causaram escassez de drogas nas ruas, levando ao aumento de preços e à redução da pureza.

De contra partida há uma grande corrida contra o tempo, das vítimas dessa ‘prisão’, que se chama uso de drogas e também de seus familiares que buscam ajuda.

Em Manaus diversos tratamentos são oferecidos, alguns deles particulares, investimento que nem todos podem fazer.

O empresário e proprietário da empresa Maori Remoções Aéreas, Natal Júnior, explica como pode ser feita a internação involuntária para aqueles que não aceitam tratamento.

“ Em 19 de junho de 2019 a desburocratização das internações, tornou a ação muito mais simples. Antes precisava de uma autorização judicial, hoje qualquer familiar responsável, médico ou agente da saúde pode autorizar uma internação involuntária”, explicou Natal.

Após a localização dos pacientes, eles vão para as dependências da Maori Remoções Aéreas em Manaus, onde passam doze horas no ambulatório recebendo os primeiros cuidados, depois são levados a uma outra clínica em São Paulo, onde passam 180 dias em recuperação, recebendo os devidos cuidados e procedimentos.

Os clientes que procuram esse tipo de atendimento são todos de alto padrão, conta o empresário Natal Júnior, são famílias que procuram o serviço e zelam pelo anonimato.

Ainda de acordo com o empresário, a procura pelo atendimento dispararam durante a pandemia, o que confirma os dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) .

Texto : Natália Garcia

Foto: Divulgação

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