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INVESTIGAÇÕES l Morte de sargento que foi assassinada pelo colega de farda, revela várias versões e polícia segue com os procedimentos

Delegacia de Homicídios investigar motivo passional e denuncias ainda mais grave feitas por colegas de farda

MANAUS – Nas últimas horas surgiram algumas versões que serão investigadas sobre o assassinato da 3ª sargento Alcileide Conceição Costa de Freitas, de 44 anos, morta a tiros pelo próprio colega, o também sargento Mário Sérgio da Silva Muca.

O crime ocorreu nesta sexta-feira (10) durante a passagem de serviço, ás 06h da manhã, dentro de uma sala da 10ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste da capital.

De acordo com familiares, Alcicleide já havia comunicado ao comandante da Cicom que vinha sofrendo ameaças de morte por parte do policial que acabou por matá-la.

Antes do crime e das ameaças, os dois seriam parceiros de viatura de patrulhamento, mas por conta dos desentendimentos foram trocados de turma e de turno.

Mas segundo os familiares, nem isso foi suficiente e o sargento Mário Sérgio continuou as ameaças a colega.

Como as ameaças não cessavam, a sargento registrou um boletim de ocorrência (B0) contra Mário Sérgio na Delegacia Especializada de Crimes Contra a Mulher (DECCM) no dia 15 de maio.

Mas por não se tratar de briga de casal e envolver dois membros da corporação o caso foi transferido três dias depois para o 21º DIP.

Mesmo com registro do BO, o Comando Geral emitiu nota informando desconhecer os desentendimentos e ameaças sofridas pela sargento.

FAMILIA DENUNCIA

Apesar de terem conhecimento das ameaças, muitos colegas de farda consideram “estranho” e “misterioso” o conteúdo das ameaças feitas pelo sargento na versão registrada pela sargento Alcicleide na Delegacia da Mulher.

“Abre teu olho, tu é o pior verme que existe e tu sabe o que acontece com os vermes” teria dito Mário Sérgio ao ameaçar matar a colega.

Nas últimas horas, outros colegas chegaram a afirmar que os desentendimento surgiram depois que Alcicleide teria dado em cima da esposa ou companheira de Mário Sérgio.

Mesmo considerando a motivação passional – que será agora investigada pela Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros (DEHS)- colegas de fardas consideram que se for verdade mesmo o tom grave das ameaças em que Mário Sérgio chama a colega de “verme” pode haver um outro motivo muito grave para o mesmo ter tanta raiva e odiar tanto a colega.

Muitos policiais reclamam de problemas de dependência química e até mesmo envolvimento de alguns colegas com casos de tráfico de drogas e extorsão em “bocas de fumo”.

“Quem sabe estes não seriam um dos motivos do crime”, afirmou ontem um policial que pediu para não ser identificado

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