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“Chegou em boa hora, eu não tinha nada o que comer” afirma marujeira, ao receber cesta básica do Boi Caprichoso

Mais de 400 integrantes do bumbá receberam kit de alimentos das mãos do presidente Jender Lobato

Parintins (AM) – A marujeira Eleuzina dos Santos, 69 anos, foi tomada pelo sentimento de emoção, ao receber das mãos do presidente do Boi Caprichoso, Jender Lobato, uma cesta básica na manhã deste sábado (13/11). A entrega de kit de alimentos ocorreu na Escola de Arte Irmão Miguel de Pascalle, como forma de valorização e agradecimento aos segmentos que participaram do espetáculo “Caprichoso 108 anos: Tradição que Renasce”.

A diretoria realizou a ação no escritório do Boi Caprichoso, no complexo do curral Zeca Xibelão, de acordo com as medidas sanitárias de prevenção à Covid-19. “Esse é um gesto de valorização com os marujeiros e todos os integrantes que participam do Festival Folclórico de Parintins. O presidente Jender Lobato só nos faz feliz. A gente se sente reconhecido e valorizado com esse gesto dele”, afirmou Eleuzina dos Santos.

A marujeira Inês Acássio, 53 anos, foi uma das primeiras a receber cesta básica e exaltou a ação do dirigente azulado que consegue atender tanto a parte artística quanto social. “A cesta básica está muito cara e a gente está passando por dificuldades. Para muitos, isso pode parecer pouco, mas para mim, esse gesto do Caprichoso e do presidente Jender é muito bonito e louvável”, comenta.

A declaração de Lucilena Soares Ferreira emocionou quem esteve na ação social. “Esse rancho chegou em uma boa hora. Hoje, eu não tinha nada o que comer, eu estava sem nada em minha casa”, disse ela ao abraçar o dirigente azulado. “Isso é sério, não é brincadeira, a vida das pessoas está complicada. É muito orgulhoso, para nós presidir, uma instituição como o Caprichoso e reconhecer o trabalho dessas pessoas que se doam ao bumbá”, disse Lobato.

“O boi não seria nada o que ele é, se não fossem essas pessoas simples, humildes, se não fossem essas pessoas das nossas comunidades da Francesa, do Palmares, do Santa Rita, do Parananema, do Aninga, enfim. O Caprichoso é feito por pessoas humildes. Eu espero que Deus me abençoe, para fazer mais, pois o Caprichoso não é só Festival de Parintins, o Caprichoso também é trabalho social”, acrescentou Lobato.

O conselheiro e diretor artístico Edwan Oliveira lembra que esses setores atuam de forma voluntária durante o ano todo. “O boi não é só as alegorias e fantasias, ele é, acima de tudo, feito por seres humanos. Reconhecer o esforço das pessoas que trabalham voluntariamente que, nem sempre recebem alguma coisa, isso é muito importante”, pondera.

Receberam os mantimentos o elenco que participou da festa de aniversário do Caprichoso como Marujada de Guerra, Corpo de Dança Caprichoso (CDC), Troup Caprichoso, Eventos, Comunicação, Almoxarifado, Social, Conselho de Arte, Diretores, vaqueirada, Tuxauas, Artistas e suas respectivas equipes.

Fotos: Pedro Coelho

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