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Artistas e amigos prestam as últimas homenagens ao poeta Thiago de Mello

Um sarau póstumo com músicas e poemas marcou as despedidas feita pelos amigos poetas, atores, o filho e a mulher do poeta Thiago de Mello, no velório durante a noite de sexta-feira (14), no Centro Cultural Palácio Rio Negro.

A cerimônia teve a participação do presidente do Conselho Municipal de Cultura (Concultura), Tenório Telles, representando a prefeitura de Manaus, que relembrou a importância dos poetas para as sociedades há milênios, e de Thiago para a poesia brasileira e da América Latina, e recitou dois poemas: “Da Eternidade” e “A Janela Encantada”, do livro De uma vez por todas, de sua vasta obra composta de mais de trinta livros de poesia e prosa. “Este é um momento de passagem de um personagem histórico, de um homem e poeta que marcou a literatura e a cultura de nossa terra e nossa gente”, comentou sobre a homenagem.

Abrindo a homenagem, o secretário de Cultura e Economia Criativa (SEC), Marco Apolo Diniz, ressaltou a grandeza do poeta e sua obra para a cultura amazonense, amazônida, brasileira, latinoamerica e aos muitos países onse foi publicado e amado pelos leitores. “Essa homenagem tem o simbolismo que se dá a um chefe de Estado pela importância de sua poesia para a nossa cultura e a imagem de nosso país no exterior”, destacou.

O filho mais novo do poeta, Thiago Thiago de Mello, abriu a homenagem cantando e tocando no violão as cantigas “Azulão”, Jayme Ovalle e Manuel Bandeira (amigo e compadre do poeta), e “Num Campo de Margaridas”, poema de Thiago, musicado pelo filho. Ao final do sarau de despedida, Thiago cantou “Linda Vida”, parceria do pai com o outro filho músico Manduca, encerrando com “Faz Escuro Mas Eu Canto”, musicada por Mansueto, canções que sempre cantava com o pai, inclusive na noite de quinta-feira(13), véspera de sua morte.

Duas participações marcantes foram feitas pelos atores e poetas amigos de Thiago, Dori Carvalho e Davi Almeida, que recitaram os poemas ‘Cantiga Quase de Roda”, do livro Faz Escuro Mas Eu Canto, e “Silêncio e Palavra”, que dá título ao livro. O vice-presidente do Concultura, Neilo Batista, recitou um dos poemas mais importantes do poeta, “Faz Escuro Mas Eu Canto”.

Sepultamento

O Sepultamento acontecerá no sábado (15), às 10h, no cemitério São João Batista, com trajeto saindo do Palácio Rio Negro e principais ruas do centro em carro do Corpo de Bombeiros do Amazonas, como forma de possibilitar que a população se despeça do poeta da Liberdade, da Utopia e da Natureza.

Texto e fotos: Cristóvão Nonato

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