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Grupo faz ato contra a fome na Bolsa de Valores, no Centro de SP, após instalação de Touro de Ouro

Jovens colaram cartazes na escultura, que foi inaugurada na terça (16) em frente ao prédio, no Centro histórico da capital. Alta no preço dos alimentos no país leva famílias a buscares itens como ossos de boi nos açougues e até em caçambas de descarte.

Manifestantes realizaram na manhã desta quarta-feira (17) um protesto contra a fome na B3, sede da Bolsa de Valores brasileira, no centro de São Paulo. O grupo colou cartazes no Touro de Ouro instalado na terça-feira (16) no local.

A ação do grupo aconteceu por volta de 6h30 e levou cerca de 5 minutos. Um segurança da Bolsa tentou impedir a ação.

Dez minutos depois, um caminhão da limpeza urbana passou para limpar a Rua 15 de novembro.

Os manifestantes publicaram um texto sobre a ação nas redes sociais. O protesto é contra a fome, a desigualdade social, o emprego e a falta de oportunidade para a juventude periférica.

“Nesta semana, a Bolsa de Valores instalou a estátua do Touro de Ouro no Centro de São Paulo. O que para eles simboliza a força do mercado financeiro, para nós é um símbolo da fome, da miséria e da superexploração do trabalho. Mas, também é um lembrete de que continuaremos na luta por uma vida com dignidade. E é por isso que hoje fizemos essa ação simbólica de protesto”, afirmaram.

A escultura encomendada pela B3, inspirada no Touro de Wall Street, o centro financeiro de Nova York, representa “o otimismo e a força dos investidores” no mercado financeiro.

De acordo com os organizadores do protesto, o monumento retrata a contradição de um país que viu o Produto Interno Bruto (PIB) crescer até setembro, mas em uma expansão desigual, que deixa de fora especialmente a classe de renda mais baixa. Neste semestre, a alta no preço dos alimentos levou muitas famílias a buscarem itens como gordura e ossos de boi nos açougues e até em caçambas de descarte.

Ibovespa em queda

O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em forte queda de 1,82%, aos 104.403 pontos, nesta terça-feira (16), devolvendo boa parte da alta acumulada desde o começo do mês, com as ações de Vale e Magazine Luiza entre as maiores pressões de baixa.

Com o resultado, a bolsa acumula queda de 2,63% no mês e alta de 6,01% no ano

Recordes em meio à crise

Em junho, a B3 bateu recordes e chegou a acumular oito altas consecutivas na maior série de ganhos desde 2018.

O otimismo dos mercados acompanhou uma valorização nas principais bolsas do mundo, influenciadas pelos programas de ajuda dos Estados Unidos e da Europa em meio à pandemia, que despejaram bilhões de dólares na economia global.

O Ibovespa, principal índice da B3, no entanto, não reflete o cenário econômico do país, já que a bolsa tem nas grandes companhias o grande impulso para avançar em pontuação.

Paralelamente ao otimismo dos investidores, pouco mais de 10% da população estava vacinada com as duas doses àquela altura, os pedidos de falência cresceram mais de 50% em maio, e houve queda de 0,1% no consumo das famílias devido à redução do auxílio emergencial, do aumento da inflação e do desemprego em patamar recorde de quase 15 milhões de pessoas sem ocupação.

Fonte: G1 AM

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