“Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?”. Amós 3:3.
Muitos planos e projetos fracassam pela falta de concordância entre as partes envolvidas. Casamentos desmoronam e acabam em divórcio; sociedades de trabalho se rompem devido à incompatibilidade entre os sócios. Tudo isso porque não houve um verdadeiro acordo. É natural que uma parceria que não funciona seja desfeita.
No campo espiritual, a realidade não é diferente. Não existe comunhão verdadeira quando não há concordância em torno das verdades fundamentais das Escrituras. Como dois poderiam orar juntos, se um clama em nome de Jesus e o outro em nome de entidades? Não é possível manter um relacionamento genuíno com Deus relativizando princípios apenas para agradar alguém.
A Palavra é clara: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?”. 2 Coríntios 6:14.
No contexto dos relacionamentos, “jugo desigual” descreve a união entre pessoas com valores, crenças ou visões de mundo divergentes. Essa diferença pode gerar conflitos constantes e enfraquecer a centralidade de Deus na relação.
Por isso, é fundamental lembrar: “A obediência é melhor do que o sacrifício, e a submissão é melhor do que a gordura de carneiros”. 1 Samuel 15:22b.
Tom Claro


