As prisões aconteceram nesta quarta-feira (17) em Manaus e no município de Borba.

O Ministério Público informou que o grupo é suspeito de lavar dinheiro de extorsões, usando contas bancárias abertas com documentos falsos. Essas contas movimentavam valores altos, vindos de atividades criminosas.

Um dos casos chamou a atenção porque o nome de um perito da Polícia Civil, que é vítima, foi usado de forma fraudulenta para abrir uma das contas.

Inclusive, esse perito havia sido preso temporariamente durante a primeira fase da operação realizada no dia 29 de julho, mas logo foi liberado pela tarde, após colaborar com as investigações.

De acordo com o MP, os dois presos já estavam na mira das investigações desde a primeira fase da operação e têm ligação com forças de segurança.

As investigações começaram depois de um sequestro em fevereiro deste ano, no bairro Manoa, em Manaus. O caso foi registrado por populares e divulgado pela imprensa. A partir daí, a promotoria descobriu outras duas vítimas que teriam sido extorquidas em cerca de 300 mil reais.

Segundo o Ministério Público, os alvos do grupo eram, principalmente, pessoas ligadas a atividades criminosas e seus familiares

A ação contou com apoio da Polícia Civil e da Corregedoria de Segurança Pública