O ditador venezuelano Nicolás Maduro foi capturado na madrugada de 2 de janeiro de 2026, durante uma operação da Força Delta do Exército dos Estados Unidos realizada nos arredores de Barinas, no oeste da Venezuela, região onde ele estaria se escondendo há cerca de duas semanas.


A informação foi confirmada à imprensa americana pela CBS News, com base em dados obtidos inicialmente pelo The New York Times. Segundo fontes de inteligência, a localização exata de Maduro só foi possível graças ao trabalho de uma fonte humana da CIA infiltrada dentro do próprio governo venezuelano.


Fonte da CIA guiou operação até Barinas
A CIA mantinha há meses uma rede de informantes monitorando os deslocamentos de Maduro. A fonte-chave, cujo setor dentro do governo venezuelano não foi revelado, teria comunicado aos EUA que o ditador havia deixado Caracas em sigilo no final de dezembro e se instalado temporariamente em uma fazenda na região rural de Barinas.


A informação permitiu à Força Delta montar uma operação conjunta com o Departamento de Defesa, culminando na captura às 03h14 (horário local).


Imagem compartilhada por Trump intensifica repercussão
Pouco depois da operação, o ex-presidente Donald Trump divulgou na plataforma Truth Social uma imagem que parece mostrar Maduro vendado, usando máscara, fones de ouvido e um agasalho cinza. A foto ainda não teve sua autenticidade verificada de forma independente, mas já circula amplamente.


A ação envolveu vigilância aérea discreta, interceptação de comunicações e apoio de equipes de inteligência posicionadas na fronteira. Maduro, segundo fontes, vinha mudando de esconderijo quase diariamente desde novembro, dificultando a localização.
Ainda não há confirmação pública sobre para onde ele foi levado após a captura, mas analistas afirmam que Maduro pode já ter sido transferido para território americano.


O governo dos EUA deve divulgar um comunicado oficial ao longo do dia.