As escolhas que fazemos hoje moldam diretamente os frutos que colheremos no futuro — sejam eles de alegria ou de tristeza, de bem ou de mal. Ao optarmos por conviver com pessoas perversas, maldizentes, murmuradoras, alcoólatras ou desonestas — aquelas que usam palavrões constantemente —, corremos o risco de, com o tempo, nos tornarmos semelhantes a elas.
O apóstolo Paulo nos adverte de forma clara sobre a influência das escolhas e dos relacionamentos:
“Não se deixem enganar: as más companhias corrompem os bons costumes” (1 Coríntios 15.33).
Um simples passeio com um suposto “amigo” foi suficiente para que um jovem acabasse envolvido com drogas, trazendo grande sofrimento aos seus pais. De modo parecido, uma jovem que foi a uma balada apenas por curiosidade nunca mais retornou para casa em plena sobriedade. Há ainda aqueles que, ao desobedecerem ao Criador, aos pais e aos princípios corretos, enfrentaram consequências ainda mais dolorosas e trágicas.
A Palavra de Deus nos aconselha:
“Não tenha inveja dos ímpios, nem deseje a companhia deles” (Provérbios 24.1).
“Jamais me sentei na companhia dos que se divertem, nem participei de suas festas” (Jeremias 15.17).
Enquanto há vida, existe esperança. Ainda há saída para quem decide buscar ajuda no Senhor Jesus e se converter de coração sincero.
“Se alguém tem sede, venha a mim e beba” (João 7.37).
“Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas de tristeza; mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados” (Hebreus 12.11).
Tom Claro


