“Não temas, quando alguém se enriquece, quando a glória da sua casa aumenta. Pois, morrendo, nada levará consigo, nem a sua glória o acompanhará.” Salmo 49.16,17.
Infelizmente, há pessoas que depositam sua confiança na riqueza, na fama e no conforto conquistado, como se fossem uma fortaleza invulnerável capaz de garantir uma vida sem dificuldades. No entanto, o salmista nos lembra que não devemos invejar os ricos, pois o sucesso material não oferece proteção contra a morte. Diante dela, fica evidente que tanto o rico quanto o pobre nada levam, especialmente se, em vida, não colocaram sua fé e confiança em Deus.
Dessa forma, aquele que possui riquezas, se agir com sabedoria, pode utilizá-las para ajudar os necessitados. Afinal, ricos e pobres, sábios e insensatos, todos deixam seus bens para trás. As riquezas não compram a salvação, não subornam a morte e não garantem a vida eterna.
Jesus ensinou a um jovem rico que repartir seus bens com os pobres era essencial para alcançar o Reino de Deus. Orientou-o a vender tudo o que possuía, doar aos necessitados e, assim, acumular um tesouro no céu. Também alertou que o apego às riquezas pode se tornar um grande obstáculo espiritual (Mateus 19:21). No entanto, o jovem escolheu ignorar esse ensinamento.
O verdadeiro rico, aquele que teme a Deus, pode ser instrumento de transformação, gerando oportunidades e ajudando os menos favorecidos, inspirando-os a também prosperar com o mesmo propósito: praticar o bem.
Tom Claro