“Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas… pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (1 Timóteo 6.9-10).
De acordo com pesquisa recente (CNN Brasil) os brasileiros gastam em média R$ 164 por mês com apostas esportivas e jogos online (bets), totalizando cerca de R$ 983 em seis meses por apostador. Em 2025, 17,7 milhões de brasileiros apostaram, com um gasto líquido médio de R$ 122 mensais, movimentando bilhões e gerando preocupações sobre endividamento familiar e impacto na renda.
Muitas pessoas endividadas acabam recorrendo a empréstimos bancários ou, em situações mais críticas, a agiotas, o que pode gerar um ciclo crescente de dívidas. A inadimplência, nesses casos, pode resultar em ameaças e até situações de risco à vida por parte de credores ilegais.
A Bíblia não condena a riqueza em si, mas faz alertas claros sobre o perigo de colocar o dinheiro como prioridade absoluta. O foco excessivo no acúmulo de bens pode levar a armadilhas espirituais. Nesse contexto, a prosperidade é entendida como resultado de esforço, sabedoria e da bênção divina, sendo um recurso para promover o bem e a generosidade, e não um objetivo final.
Jesus ensina que a prioridade deve ser o Reino de Deus, orientando as pessoas a acumularem “tesouros no céu”, em vez de focarem exclusivamente em riquezas materiais.
“A bênção do Senhor traz riqueza e não inclui dor alguma”(Provérbios 10.22).
Tom Claro