A trajetória da Seleção Brasileira na Copa do Mundo pode reservar um confronto de peso já na segunda fase do torneio. Dependendo de sua performance na fase de grupos, o Brasil pode ter pela frente a Holanda, cabeça de chave do Grupo F, caso avance em primeiro ou segundo lugar no Grupo C.

A Holanda, que nunca conquistou um título mundial, chega com uma equipe recheada de estrelas que atuam nas principais ligas europeias. Jogadores como o zagueiro Virgil Van Dijk e o atacante Cody Gakpo, ambos do Liverpool, o meio-campista Frenkie de Jong, do Barcelona, e o lateral Nathan Aké, do Manchester City, são alguns dos destaques. O time também conta com o atacante Memphis Depay, maior artilheiro da história da seleção holandesa e atualmente no Corinthians.

Sob o comando do técnico Ronald Koeman, ex-zagueiro histórico da seleção holandesa, a equipe busca superar as quartas de final alcançadas na última Copa do Mundo. A Holanda, que participará de seu 12º Mundial, demonstrou força ao chegar às semifinais da Eurocopa em 2024.

O Grupo F ainda conta com outras seleções tradicionais. O Japão, em sua oitava participação consecutiva, chega motivado após vitórias históricas sobre Alemanha e Espanha na Copa do Catar. Liderados pelo técnico Hajime Moriyasu, os Samurais Azuis buscam ir além das oitavas de final. Apesar da ausência de Kaoru Mitoma, lesionado, a equipe conta com nomes como Wataru Endo, do Liverpool, e Takefusa Kubo, do Real Sociedad.

A Tunísia, apelidada de Águias de Cartago, garantiu sua vaga com facilidade nas Eliminatórias e busca avançar pela primeira vez na história para a fase de mata-mata em sua sétima participação. A seleção africana é comandada pelo técnico francês Sabri Lamouchi.

Já a Suécia, que retorna à Copa do Mundo após ficar fora da edição de 2022, selou sua classificação na repescagem europeia. Com 13 participações no torneio, a equipe aposta em um forte setor ofensivo, com jogadores como Viktor Gyökeres, Alesander Isak e Anthony Elanga.