“Não julgueis, e não sereis julgados” […] “Não julguem pela aparência, mas façam julgamentos justos.” (Mateus 7:1 – João 7:24).
Jesus Cristo ensina repetidamente que o cristão não deve julgar pelas aparências. Antes de criticar ou apontar as falhas dos outros, é essencial examinar a própria vida, pois todos somos pecadores e suscetíveis ao erro. Embora todos erremos, também temos a oportunidade de receber o perdão de Deus.
Por outro lado, é necessário discernir as ações, avaliando o que é certo e o que é errado — mas esse julgamento deve ser feito com a orientação divina.
Há pessoas, como os fariseus, que se arrogam o direito de determinar quem vai para o céu ou para o inferno, esquecendo-se de que o poder de julgar pertence unicamente a Jesus Cristo. Ele nos convida a evitar a condenação alheia e, em vez disso, cultivar a autorreflexão e a humildade. Ao afirmar que seremos julgados com a mesma medida com que julgamos, Jesus nos chama à compaixão, não à condenação.
Assim, a verdadeira vida cristã consiste em discernir o bem do mal com justiça, sabedoria e amor, evitando o espírito de crítica e condenação.
“Portanto, você, que julga os outros é indesculpável; pois está condenando você mesmo naquilo em que julga, visto que você, que julga, pratica as mesmas coisas. Sabemos que o juízo de Deus contra os que praticam tais coisas é conforme a verdade. Assim, quando você, um simples homem, os julga, mas pratica as mesmas coisas, pensa que escapará do juízo de Deus?” Romanos 2:1-3.
Tom Claro


