Laborum Meta — expressão em latim que significa “fim dos trabalhos” ou “o último trabalho” — nos convida a refletir sobre o destino final da nossa existência. Já parou para pensar onde passará a eternidade?
A trajetória natural do ser humano é nascer, viver e, antes do fim, decidir o rumo eterno da sua alma. A escolha mais importante da vida é entregar-se a Jesus Cristo, o Salvador.
“Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. Pois é com o coração que se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.” Romanos 10:9-10.
O sacrifício de Cristo na cruz nos concedeu perdão e reconciliação com Deus. No entanto, a natureza pecaminosa ainda habita em nós, como Paulo descreve em Romanos 7:18-20. Por isso, é necessária uma decisão consciente de abandonar o pecado e viver uma nova vida:
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” 2 Coríntios 5:17.
Deus sempre está disposto a ouvir e perdoar aqueles que o buscam com sinceridade:
“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça.” 1 João 1:9.
Mas é essencial lembrar: a salvação não depende de boas obras, e sim da graça de Deus.
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” Efésios 2:8.
Crer em Jesus é o único caminho para a vida eterna:
“Quem crê no Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele.” João 3:36.
A Bíblia é clara ao descrever a eternidade sem Cristo como um lugar de sofrimento e separação definitiva de Deus — um “choro e ranger de dentes”, um “castigo eterno” (Mateus 25:30, 46).
Assim, antes que chegue o “fim dos trabalhos”, decida viver para Cristo. Pois somente n’Ele há vida eterna, paz e verdadeira esperança.
Tom Claro


