“Davi perguntou novamente: ― Será que os cidadãos de Queila entregarão a mim e os meus soldados a Saul? O SENHOR respondeu: ― Entregarão”, (1Samuel 23.12 NVI).
Davi havia libertado anteriormente os moradores de Queila do ataque dos filisteus; no entanto, ao buscar refúgio para escapar da fúria do rei Saul — que desejava matá-lo — ele não encontrou apoio. As mesmas pessoas que acabara de salvar estavam prontas para traí-lo. Esse episódio nos alerta a agir com sabedoria, pois nem todos ao nosso redor têm boas intenções, mesmo quando demonstramos bondade ou prestamo-lhes ajuda.
Para lidar com pessoas ingratas, é essencial definir limites firmes, manter a serenidade e exercitar a empatia. Expresse seus sentimentos de maneira respeitosa, porém assertiva. E, se necessário, diminua a proximidade ou afaste-se totalmente, pois nem sempre é possível transformar o comportamento dos outros.
Dos dez leprosos curados por Jesus, apenas um voltou para agradecer, mostrando que a ingratidão é um problema persistente, porém a Bíblia a considera um pecado grave, um reflexo de um coração distante de Deus e orgulhoso.
Para os cristãos convictos a mensagem é clara- “Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”, (Romanos 12.2 NVI).
Tom Claro


