Porque pensava: “Se eu apenas tocar em seu manto, serei curada” (Marcos 5.28, NVI).
A mulher que sofria com o fluxo de sangue já havia investido todas as suas economias em tratamentos médicos, mas nada havia resultado. Ainda assim, em vez de permanecer parada em casa, ela tomou uma decisão: buscar aquele que realmente poderia realizar o milagre da cura.
Muitas vezes, ao confiarmos exclusivamente em um bom plano de saúde para resolver nossas enfermidades, acabamos esquecendo daquele que pode restaurar não só o corpo, mas também a alma. E, por descuido espiritual, muitos deixam de procurar uma casa de oração para adorar e buscar a presença de Deus, preferindo a “zona de conforto” — um sofá, uma mesa farta, prazeres momentâneos — enquanto a alma se desnutre, sem qualquer preparo para a eternidade.
Por isso, os pregadores continuam alertando: Jesus está voltando. E a pergunta permanece: para onde irá a tua alma?
“Multidões que dormem no pó da terra acordarão: uns para a vida eterna, outros para a vergonha e o desprezo eterno”, (Daniel 12.2, NVI).
Quem acredita que, após a morte, algum ritual humano poderá alterar seu destino espiritual está profundamente enganado. A Palavra de Deus é clara: quem morre em Cristo vai para o “seio de Abraão” ou “estar com o Senhor”, aguardando a ressurreição (Lucas 16:19-31; 2 Coríntios 5:8). Já aqueles que partem sem Cristo seguem para um lugar de separação de Deus (Hades/Inferno), aguardando o juízo final (Lucas 16:23).
A narrativa mostra que a fé simples e persistente daquela mulher marginalizada — a mulher que sofria com o fluxo de sangue — foi determinante para que alcançasse a cura. Ela reuniu coragem, esperança e o anseio profundo de ser restaurada por aquele que realmente tinha o poder de transformá-la. Tomou a iniciativa e foi ao encontro de Jesus! Depois de testemunhar tal milagre, é certo que ela passou a segui-lo, pois Ele é a verdadeira fonte de vida. E você, vai continuar parado?
Tom Claro