EDITORIAL – Como em um trânsito caótico, e uma grande metrópole, onde é perigoso e difícil atravessar uma avenida, os brasileiros ou a sua maioria, vive à margem da rua, querendo atravessar esse momento político caótico em que vive o País, no meio dessa ‘guerra’ ideológica entre os políticos eleitos pelo povo que só conseguem, nos últimos três anos, discutir temas inerentes à vontade popular e ao cargo que ocupam.

Amanhã, domingo, dia 21, está marcada pela turma da Esquerda, mais uma manifestação em todo o pais. O tema é a recém aprovada ‘PEC da blindagem’, aprovada pelo Congresso Nacional, cujos congressistas (deputados e senadores), se sentem digamos, ‘ameaçados’ pelo poder Judiciário, leia-se Supremo Tribunal Federal (STF).

Numa via de mão dupla, essa ‘’guerra” político-ideológica, não leva a lugar algum. É um vai-e-vem constante que como numa ‘greve’ do sistema de transporte coletivo, deixa a população sem poder trabalhar, sonhar com um futuro melhor e prejudica a coletividade.

BOLSONARO X LULA

O sistema democrático Brasileiro nunca esteve tão em evidência como nesse terceiro mandado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Tudo agora tem a ver com a Soberania Nacional, com a Democracia, mas as manchetes na imprensa mostram o lado sombrio dessa discussão ideológica: os escândalos vergonhosos da corrupção envolvendo políticos, facções e figurões como em um passado recente.

Lula acusa Bolsonaro dos problemas no país que se defende acusando o atual presidente do caos político atual.  Enquanto isso, o povo (pedestre), tenta sem sucesso e com muita dificuldade, atravessar a ‘avenida ideológica’ da política que deveria estar focada no bem estar comum.

TRÂMNSITO PERIGOSO

Nesse caótico trânsito em que a população vive, como nunca visto, ainda sobre a iminente ‘guerra’ do tarifaço, que também já tem reflexo na economia brasileira, gerando milhares de desempregos em todo o país.

A briga entre o governo Brasileiro e os Estados Unidos afeta unicamente os trabalhadores e empresários que tenta, a todo custo, diante de um sistema tributário onde o governo é uma espécie de ‘sócio’ quase que majoritário dos empresários, leva uma grande fatia do faturamento, diante dos pesados impostos dessa carga tributária das maiores do mundo.

‘TRÂNSITO FATAL’

Nesse trânsito ideológico o trabalhador e as famílias são as maiores vítimas fatais, uma vez que não conseguem vislumbrar a melhoria social ou ao menos, garantir que os filhos consigam atravessar essa ‘avenida perigosa’ sã e salvas.

Ano que vem é nova eleição para a escolha do novo presidente do Brasil. A expectativa é que até lá ou depois dela (eleições), o próximo presidente possa melhorar o fluxo do trânsito e consequentemente, aliviar o percurso da população por uma ‘avenida’ mais bem sinalizada e menos violenta.