A Copa do Mundo de 2026, que contou com 48 seleções e 104 partidas distribuídas por três países, chegou ao fim. No entanto, a próxima edição do torneio promete redefinir o conceito de sede, com um formato inédito que se estenderá por seis países em três continentes distintos.
Espanha, Portugal e Marrocos formarão o núcleo principal da organização da Copa do Mundo de 2030. A competição, que deve acontecer entre 8 de junho e 21 de julho, também marcará os 100 anos desde a primeira edição do torneio, realizada no Uruguai em 1930. Em homenagem a este marco histórico, o Uruguai sediará a cerimônia de abertura e a partida inaugural.
A celebração do centenário se estenderá pela América do Sul. A Argentina, vice-campeã da primeira Copa, receberá o primeiro jogo de sua seleção. O Paraguai, sede da Conmebol e participante da edição inaugural, também terá um jogo em seu território, conforme explicou a FIFA em reconhecimento ao seu papel histórico e à importância da confederação sul-americana.
Com este arranjo, os seis países anfitriões – Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai – garantem suas vagas automaticamente nas cotas de suas respectivas confederações. Essa medida visa celebrar o legado do torneio e a expansão global do futebol.
Paralelamente, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, cogita a ampliação do número de seleções participantes para 64. Essa possibilidade, ainda em estudo, consolidaria a fase de 16-avos de final e abriria portas para mais países, incluindo aqueles com menor tradição no esporte, visando aumentar a diversidade e o alcance do Mundial.


