Avanço entre 2024 e 2025 reflete estratégia de fortalecimento da mediação e da resolutividade no atendimento ao cliente.
Em um ano, a Águas de Manaus ampliou em mais de dez vezes o volume de acordos judiciais firmados. O avanço, registrado entre 2024 e 2025, garantiu à concessionária o selo Empresa Amiga da Justiça na categoria Ouro, concedido pelo Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), por meio do Sistema Permanente de Mediação e Conciliação (Sispemec) e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec).
No comparativo entre o segundo semestre de 2025 e o mesmo período do ano anterior, a quantidade de acordos cresceu quase 940%, reforçando a conciliação como ferramenta para a resolução de conflitos. Além dos acordos judiciais, o trabalho desenvolvido na concessionária junto aos Procons Manaus e Amazonas também levou à certificação. No órgão estadual, cerca de 80% das demandas são solucionadas sem necessidade de judicialização, enquanto o municipal tem 100% de resolução.
“Esse título que recebemos, junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas, é resultado de uma série de iniciativas que a concessionária vem adotando ao longo do tempo para aprimorar continuamente o atendimento ao cliente e a relação com o consumidor. Temos trabalhado para dar mais agilidade e efetividade à resolução dos casos, especialmente aqueles que já chegaram à esfera judicial. A nossa estratégia tem sido fortalecer os canais de diálogo e priorizar soluções consensuais, ampliando o número de acordos e reduzindo a necessidade de prolongamento dos processos”, destacou o coordenador Jurídico da Águas de Manaus, Fabrício Rocha.
A certificação foi entregue em cerimônia realizada nesta terça-feira (16), no auditório do Centro Administrativo Desembargador José de Jesus Ferreira Lopes, prédio anexo à sede do TJAM. Durante o evento, o coordenador do Nupemec/TJAM, juiz Gildo Alves de Carvalho Filho, reforçou a importância da iniciativa para a promoção da cidadania e o fortalecimento da cultura da conciliação.
“Essa premiação é importante para a pacificação social e para a promoção da cidadania. Ela comprova que a união entre o Poder Judiciário e a iniciativa privada pode alcançar resultados extremamente significativos, não apenas para a Justiça, mas para toda a coletividade. Trabalhamos com a autocomposição para reduzir conflitos e evitar que demandas se prolonguem desnecessariamente”, afirmou o magistrado.

Assessoria de Comunicação – Águas de Manaus


