Em um dos episódios mais dramáticos da política hemisférica das últimas décadas, os Estados Unidos anunciaram na madrugada deste sábado um ataque militar de grande escala à Venezuela, cujo desfecho, segundo o governo norte-americano, foi a captura e remoção do presidente Nicolás Maduro, inclusive com deslocamento para território americano.

Nesta manhã de sábado, os sites de notícias amanheceram com imagens de bombardeio e explosões em Caracas e outras regiões estratégicas, causando uma crise e nova guerra no mundo.

Donald Trump , presidente dos EUA divulgou em suas redes sociais que Maduro e sua esposa teriam sido presos sem baixas americanas, afirmando que a ação faz parte de uma ampla campanha de combate ao narcoterrorismo e à corrupção que, segundo Washington, sustentaria o regime venezuelano.

REPERCUSSÃO

O presidente da Argentina, Javier Milei, divulgou mensagem saudando e considerando que a prisão de Nicolas Maduro pelos EUA, é um “avanço da liberdade e da luta contra regimes autoritários na região”, diz em nota.

Líderes da Colômbia e de Cuba, países com lideranças socialistas e comunista, divulgaram notas repudiando a ação militar dos EUA. Ambos consideraram o ataque a ‘violação clara da soberania nacional e do direito internacional’.

BRASIL

O governo brasileiro ainda não havia se pronunciado até o momento do fechamento desta matérias, mas deverá divulgar nas próximas horas seu posicionamento sobre a ação dos Estados Unidos a Venezuela.

O presidente Lula é amigo do agora ex-lider ditador Nicolas Maduro e recentemente tentou se colocar como um ‘mediador’ desse conflito entre os EUA.

Fontes: Redação,

The Guardian, AP News