A Copa do Mundo de 2030, que celebrará o centenário do torneio, terá um caráter especial para Espanha e Argentina. Ambas as nações são sedes confirmadas, e independentemente do resultado da final deste domingo, já se preparam para apresentar novas gerações de jogadores em suas casas.
A Fifa anunciou em dezembro de 2024 que a edição de 2030 seria sediada conjuntamente por Espanha, Portugal e Marrocos, com jogos adicionais em três países sul-americanos: Argentina, Uruguai e Paraguai. Essa configuração histórica coloca espanhóis e argentinos em uma posição única de defender o prestígio do futebol em solo nacional.
Para a Espanha, a renovação generacional parece bem encaminhada. Dos 26 convocados para a Copa de 2026, dez jogadores terão menos de 30 anos em 2030. Nomes como Gavi, Pedri e Nico Williams estarão em idades ideais para liderar a equipe. Jovens talentos como Pau Cubarsi e Lamine Yamal, já peças-chave, ganharão ainda mais experiência e podem se tornar ídolos.
Mesmo os jogadores mais experientes do elenco atual, como Rodri e Fabian Ruiz, que terão 34 anos em 2030, ainda podem ser importantes. A Espanha também aposta em uma nova onda de talentos, como Marc Bernal, volante promissor formado no Barcelona, e Samu Aghehowa, atacante com faro de gol e medalhista olímpico.
Na Argentina, a transição da chamada “Scaloneta” também está em curso. Enquanto referências como Rodrigo de Paul e Leandro Paredes terão 36 anos em 2030, a expectativa recai sobre jogadores como Enzo Fernández e Julián Álvarez para assumirem um papel de liderança. A dupla de zaga formada por Lisandro Martínez e Cristian Romero, com 32 anos em 2030, pode se manter.
O futuro argentino também é promissor com jovens como Nico Paz, meia em ascensão com passagens pelo futebol italiano, e Franco Mastantuono, o mais jovem a estrear pela seleção principal. A lista de talentos é vasta, e a tradição sul-americana em revelar craques sugere que novos “Messis” ou “Yamals” podem surgir até 2030, prontos para brilhar nas Copas sediadas em casa.


