Plinio fez um balanço de suas leis já em vigor, disse que a defesa da ZFM será permanente e, na área de segurança pública, anunciou apoio incondicional a proposta de redução da maioridade penal. Garantiu ainda que o Senado deve aprimorar o projeto de lei que pretende acabar com a escala 6X1

MANAUS (AM) – No momento em que viralizam na internet vídeos já exibidos pela CPI das ONGs e outros mais recentes de ações violentas do Instituto Chico Mendes (ICMbio) e Ibama expulsando, incendiando casas , confiscando gado e expulsando pequenos proprietários de terras e levando o terror aos moradores, na de sabatina no quadro Band Eleições 2026 programa Brasil Urgente Amazonas , o pré-candidato à reeleição , senador Plínio Valério (PSDB), destacou seu balanço legislativo, prometeu continuar combatendo as ONGs que travam a BR-319 e a legalização do garimpo familiar.

Um dos pilares de sua atuação no Senado foi a condução da CPI das ONGs, mostrando abusos e a atuação maléfica das ONGs financiadas por bilhões de fundações e governos estrangeiros. Valério acusou as entidades ambientais de enriquecerem às custas da pobreza local, isolando a Amazônia e travando obras vitais como o asfaltamento da rodovia BR-319 e a exploração de potássio em Autazes.

“As ONGs me detestam (…) porque eu não permito que falem do Amazonas . Essas organizações arrecadam bilhões, focam em doutrinar populações ribeirinhas e indígenas e muito pouco desse dinheiro chega na ponta.”, afirmou o pré-candidato tucano.

O parlamentar explicou que o PSDB optou por não lançar candidato ao governo estadual, priorizando sua recondução ao Senado para manter a representatividade nacional da sigla. No balanço feito na sabatina da Band Amazonas, Plínio aproveitou para destacas as leis de sua autoria, ressaltando especialmente a que garantiu a autonomia do Banco Central. O legado de Plínio para os amazonenses, mulheres e para o País é importante.

“A primeira lei que nós conseguimos foi a lei que deu autonomia operacional ao Banco Central.”, destacou o senador, frisando que também que agora atua para incluir o Pix na Constituição, proibindo a taxação de pessoas físicas.

Sobre o cenário nacional, o parlamentar declarou apoio incondicional à redução da maioridade penal para 16 anos, argumentando que jovens com direito ao voto devem responder pelos seus crimes.

Já em relação ao fim da escala 6×1, classificou a proposta da Câmara como eleitoreira, mas garantiu que o Senado buscará uma alternativa equilibrada que não prejudique o trabalhador amazonense.

Na segurança e economia, o político criticou duramente as operações da Polícia Federal e do Ibama contra o garimpo familiar, defendendo o zoneamento e a legalização imediata da atividade. Ele acusa o governo federal de ser hipócrita e de negligenciar o verdadeiro combate nas fronteiras ao cortar verbas do Exército.
“Eles não enfrentam as dragas, eles têm medo do narcotráfico! O narcotráfico é um poder paralelo na Amazônia”, disparou o representante do PSDB, cobrando mais investimentos para as Forças Armadas.

Nas considerações finais, reiterou o dever constante de proteger a Zona Franca de Manaus (ZFM) e revelou o desejo de continuar os embates em Brasília, pedindo o impeachment de dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF)